Mulheres: queda de cabelo e tratamentos
Há mais preconceito social com a queda de cabelo das mulheres do que com a dos homens. Sendo assim, a auto-estima das mulheres é muito mais afectada que a dos homens.
Causas da queda de cabelo nas mulheres
Existem várias causas para provocar queda de cabelo nas mulheres, pode ser apenas por motivos genéticos, mas também pode ter a ver com utilização de determinados produtos químicos ou a natural diminuição na idade da menopausa.
Se são várias as causas para a queda de cabelo, também são vários os tratamentos que podem ajudar a reduzir a queda de cabelo ou pelo menos minimizar os seus efeitos.
Sempre que notar que os seus cabelos estão a cair de um modo anormal deve consultar um dermatologista, pois é a pessoa mais indicada para tratar de problemas relacionados com a queda de cabelo. É fundamental fazer um bom diagnóstico e perceber qual o tratamento mais adequado e se o mesmo está a surtir efeitos.
Além do dermatologista, a mulher deve aconselhar-se também com médicos de outras especialidades, endocrinologistas e ginecologistas, pois há várias doenças que podem provocar a queda de cabelo, tais como: alterações no funcionamento da tiróide, tumores nos ovários, entre outras.
A queda de cabelo pode ocorrer de várias maneiras, sendo as mais comuns, a queda progressiva que vai deixando os cabelos ralos (distúrbio de eflúvio telógeno) e a pelada localizada (alopécia areata).
Principais causas da queda de cabelo nas mulheres:
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Calvície hereditária – essa tendência genética pode ser herdada de pais para filhos. As mulheres ficam com cabelos ralos, mas não calvas. O seu nome científico é alopécia androgenética. É provocada pela grande concentração de hormonas masculinas ou aumento da sensibilidade a essas hormonas. Seu início pode acontecer na adolescência. Actualmente já existem medicamentos que reduzem a incidência deste tipo de queda.
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Pós-parto – quando a mulher está grávida, ela perde menos cabelo. No final da gravidez, muitos cabelos entram na fase de repouso do ciclo e caem, sensivelmente após 2 a 3 meses após o parto, podendo durar de 1 a 6 meses, voltando depois ao normal.
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Distúrbios da tiróide – o hipotiroidismo e hipertiroidismo, podem causar a queda de cabelo. Para diagnosticar estas alterações hormonais é necessário fazer análises ao sangue.
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Utilização de medicamentos – alguns medicamentos podem ter como efeito colateral a queda de cabelo.
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Situações de stress – nalguns casos, as grandes cirurgias e doenças crónicas podem causar stress para o organismo e provocar a queda de cabelo. Por outro lado, o stress psíquico também pode levar ao aumento da perda de cabelo. Em situações passageiras, a queda de cabelo pode reverter ao estado normal.
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Anemia – a falta de ferro pode suceder devido a uma diminuição da ingestão ou absorção do ferro ou por uma perda crónica deste mineral através do sangue (por exemplo em mulheres com o período menstrual muito longo ou com grande volume). Esta situação pode ser detectada através de exames sanguíneos e facilmente corrigida com o uso de medicações para repor os níveis normais de ferro.
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Alopécia areata – também conhecida por pelada, é a perda dos cabelos numa pequena área circular. A causa é, por enquanto, desconhecida. Pode ser tratada com medicamentos tópicos ou sistémicos.
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Dietas pobres em proteínas – estas dietas levam a que o corpo poupe nas proteínas dos cabelos, fazendo com eles entrem em fase de repouso, que levará a uma grande perda de cabelos. Para a prevenção e tratamento será necessário equilibrar a dieta em proteinas.
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Uso de produtos – produtos como tinturas, água oxigenada, alisantes, permanentes, descolorantes, podem enfraquecer os cabelos provocando a sua queda. Nestas situações é preciso interromper o uso desses produtos até o crescimento de novos cabelos.
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Infecções por fungos – provocam descamação no couro cabeludo, apresentando vermelhidão e inchaço, deixando os cabelos quebradiços. Este tipo de infecção é contagioso e deve ser tratado com medicamentos.
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Pílulas anticoncepcionais – a sua utilização pode provocar perda de cabelo nas mulheres. Nesse caso deve ser consultado um ginecologista. Dois a três meses após a interrupção do uso das pílulas também pode haver queda de cabelo, muito parecido com a situação de pós-parto.
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Queda por pressão – pode acontecer devido à força exercida quando as mulheres vão aos cabeleireiros esticar ou alisar o cabelo e ainda quando colocam chapéus muito apertados.
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Febre e outras infecções – febre alta e outras infecções (gripe, por exemplo) podem provocar queda de cabelo, que pode ser de 4 semanas até 3 meses, acabando depois por voltar ao estado normal.
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Outras causas – tratamentos de quimioterapia e radioterapia, tabagismo, lúpus, abuso de bebidas alcoólicas e utilização abusiva de secadores de cabelo.
Tratamentos para a queda de cabelo nas mulheres:
Em primeiro lugar é importante determinar a causa. Depois proceder aos tratamentos que podem incluir a reposição de ferro no caso da anemia, uso de medicamentos para combater infecções por fungos ou estimular o crescimento dos cabelos, fazer uma alimentação equilibrada, entre outras.
Em casos de queda mais acentuada há sempre a possibilidade de fazer um transplante de cabelos. As mulheres afectadas pela queda de cabelo, como no caso da calvície hereditária ou devido a algum acidente na zona do couro cabeludo podem optar por esse tipo de tratamento. Uma vez que implica cirurgia, o implante deve ser executado por médicos especialistas.
5 Comentários em “Mulheres: queda de cabelo e tratamentos”
Excelente artigo!
Infelizmente também tenho queda de cabelo e ando a tentar trava-la.
Muito esclarecedor…
OLA TUDO BEM COM VOCES?
EU TENHO MUITA QUEDA DE CABELO, JA PROCUREI UM DERMATOLOGISTA ELE DISSE QUE É NORMAL SO QUE NAO É CAI MUITO CABELO ISSO ME DEIXA TRISTE POR QUE O CABELO É TUDO QUE UMA MULHER PODE TER ,GOSTARIA QUE ME AJUDASSE A DAR UMA SOLUÇÃO NAO AGUENTO MAIS VER TANTO CABELO CAIR,JA FIZ DE TUDO MAIS NAO CONSIGO AS VEZES ELE ESTA LINDO LINDO MAIS OUTRAS VEZES ESTA HORRIVEL UM ABRAÇO